Incrível como os animais realmente fazem parte da família. Lembro-me como se fosse hoje quando fomos pegar a Penélope em um dia de janeiro de 2000, foi como buscar um recém nascido na maternidade, além dos preparativos para a recepção em casa, como onde dormir, brinquedos e utensílios para comer, tinha a parte de saúde com as vacinações que foram providenciadas cada uma na época certa.
Penélope sempre será uma cachorra especial. Filhote de um pastor alemão com uma pastora belga, herdou os padrões de cor do pai e o porte da mãe, simplesmente linda. Inteligente, aprendeu rapidamente os primeiros comandos para sentar e deitar, nada que outros cães não pudessem aprender, mas ela aceitava-os por prazer, parecia sorrir quando era solicitada para algo que podia cumprir, sem falar na felicidade ao receber a recompensa, que nem sempre era em comida, adorava um carinho embaixo do pescoço e no peito. Sem falar que adorava um novo desafio, normalmente tinham novos comandos para aprender e ela como sempre correspondia com o que era para ser feito.
Como qualquer cão adorava passear, mas nunca vi um cachorro que gostasse mais que ela de andar no carro. Era uma festa poder entrar e se sentar no banco de trás com a cabeça para fora observando o que passava na rua, interagia de verdade com o mundo lá fora e nunca avançou em ninguém, nem do carro e nem a pé, apesar do tamanho era carismática e dócil.
Com o tempo infelizmente me afastei deste ser maravilhoso, as responsabilidades da faculdade e do trabalho com muitas viagens me fizeram ficar longe e meu pai assumiu os cuidados com a pastora e os outros três cães que se juntaram á família, que já não tem a presença física da Penélope. Mas que como qualquer ente querido que passa por nossas vidas, a lembrança é o que de melhor deixou da convivência, de quase nove anos, com este membro da família que nos deixa muitas saudades.
Que esteja no céu dos cachorros...
Penélope sempre será uma cachorra especial. Filhote de um pastor alemão com uma pastora belga, herdou os padrões de cor do pai e o porte da mãe, simplesmente linda. Inteligente, aprendeu rapidamente os primeiros comandos para sentar e deitar, nada que outros cães não pudessem aprender, mas ela aceitava-os por prazer, parecia sorrir quando era solicitada para algo que podia cumprir, sem falar na felicidade ao receber a recompensa, que nem sempre era em comida, adorava um carinho embaixo do pescoço e no peito. Sem falar que adorava um novo desafio, normalmente tinham novos comandos para aprender e ela como sempre correspondia com o que era para ser feito.
Como qualquer cão adorava passear, mas nunca vi um cachorro que gostasse mais que ela de andar no carro. Era uma festa poder entrar e se sentar no banco de trás com a cabeça para fora observando o que passava na rua, interagia de verdade com o mundo lá fora e nunca avançou em ninguém, nem do carro e nem a pé, apesar do tamanho era carismática e dócil.
Com o tempo infelizmente me afastei deste ser maravilhoso, as responsabilidades da faculdade e do trabalho com muitas viagens me fizeram ficar longe e meu pai assumiu os cuidados com a pastora e os outros três cães que se juntaram á família, que já não tem a presença física da Penélope. Mas que como qualquer ente querido que passa por nossas vidas, a lembrança é o que de melhor deixou da convivência, de quase nove anos, com este membro da família que nos deixa muitas saudades.
Que esteja no céu dos cachorros...
